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terça-feira, 18 de junho de 2013

Melhorar suas orações Pessoais

VALE MUITO a pena ler esses conselhos pessoal! São maravilhosos:

(Élder Kevin W. Pearson -Primeiro Quórum dos Setenta)

Melhorar Suas Orações Pessoais
O convite divino para orar ao Pai em nome de Jesus Cristo é isoladamente o mandamento mais citado em todas as escrituras registradas e é a forma mais básica de adoração pessoal. No entanto, muitos de nós temos dificuldade para tornar a oração pessoal significativa e fonte de revelação.

Estou convencido de que a oração pessoal é um dos maiores desafios enfrentados pelos membros da Igreja, principalmente os jovens e jovens adultos. E por terem dificuldade com a oração, têm dificuldades espiritualmente.

Nossas orações pessoais são um termômetro de nossa força espiritual e um indicador de nosso bem-estar espiritual. Aprendi como pai, líder do sacerdócio e presidente de missão que, ao ouvirmos atentamente as orações de uma pessoa, podemos ter uma boa ideia de sua relação com Deus.

Ao ouvirem suas próprias orações, o que isso revelaria sobre seu relacionamento com o Pai Celestial?

O Princípio da Oração Pessoal
Orar é falar com Deus, o Pai Eterno de nosso espírito — não simplesmente dirigir palavras a Ele, mas verdadeiramente conversar com Ele. Ele ama cada um de nós perfeitamente e é cheio de misericórdia e compreensão. Ele sabe tudo sobre nós. Conhece nossas necessidades, até mesmo quando só temos olhos para nossos desejos. Ele tem o poder e a capacidade infinitos de nos sustentar e guiar. Está sempre disposto a nos perdoar e nos ajudar em todas as coisas.

Podemos conversar com o Pai Celestial em voz alta ou formulando pensamentos e expressões na mente e no coração. As orações pessoais devem ser expressões solenes e sagradas de louvor e gratidão, solicitações sinceras relacionadas a necessidades e desejos específicos, confissões humildes e contritas e pedidos de perdão purificador, súplicas de consolo, orientação e revelação. Essas expressões não raro nos levam a abrir o coração a nosso amoroso Pai Celestial.

A oração é muitas vezes uma breve comunicação, mas também pode ser um diálogo aberto e contínuo ao longo do dia e da noite (ver Alma 34:27).

A Oração Pessoal É Essencial
No plano divino de nosso Pai Celestial, a separação física e espiritual de Sua presença é necessária. A oração é um elo espiritual essencial e fortalecedor entre Deus e o homem. Sem a oração, não é possível retornar ao Pai. Sem a oração, a fé necessária para compreender e guardar os mandamentos é impossível. Sem a oração, o poder espiritual necessário para evitar as tentações e superar provações e adversidades não estaria a nosso alcance. Sem a oração, o arrependimento, o perdão e o poder purificador da Expiação são inatingíveis. Com o poder da oração pessoal, todas as coisas são possíveis.

A oração abre as portas da revelação pessoal e dos dons espirituais por meio do Espírito Santo. É o canal espiritual posto ao alcance de todos os filhos de Deus, dando-nos acesso constante a nosso Pai Eterno, a Seu Filho Amado e ao Espírito Santo. A oração é uma evidência contundente e persuasiva da realidade de Deus, o Pai Eterno. A oração pessoal é indispensável para compreender a Deus e nossa identidade divina.

Melhorar Suas Orações
Preparar-se para Orar
Muitas vezes fazemos nossas orações pessoais bem no início da manhã, antes de estarmos totalmente acordados ou tarde da noite, quando estamos cansados demais para orar de modo eficaz. Nossa fatiga física, mental e emocional pode impedir-nos de fazer orações significativas.

A oração é um trabalho espiritual precedido de preparação mental e espiritual. Se não reservarmos tempo para nos humilharmos e não lembrarmos cuidadosamente que estamos prestes a invocar a Deus, o Pai Eterno, em nome de Jesus Cristo, perderemos a essência do padrão divino estabelecido para nos abençoar.

Programem tempo suficiente para externar com cuidado e humildade os desejos mais profundos de seu coração ao Pai Celestial. Convidem o Espírito Santo para ajudá-los a saber o que pedir. O fato de orar em voz alta me ajuda a concentrar-me em minhas orações — ao me ouvir, não me perco em divagações mentais.

Sugiro que achem uma hora e um local em que consigam ponderar cuidadosamente sua vida e suas necessidades. Reflitam sobre sua identidade divina e sua relação com Deus. Esforcem-se para visualizar o Pai Celestial ao se preparar para falar com Ele. Pensem no Salvador, em cujo nome vão orar. Fazer isso vai ajudá-los a se concentrar e a se preparar para orar com um coração humilde e agradecido.

Viver Dignamente
Não podemos estar confiantes na presença de nosso Pai Celestial se não formos moralmente puros. A pornografia, as transgressões sexuais e qualquer tipo de entretenimento que zombe da virtude ou promova a imoralidade podem destruir nossa confiança na oração e impedir-nos de receber os sussuros espirituais. Lembrem, porém, que Satanás será o único a dizer que vocês não podem ou não devem orar. O Espírito Santo sempre nos incentiva a orar, mesmo que tenhamos dificuldades com a obediência e a dignidade pessoal.

Orar com Propósito
A oração é essencial para o processo de revelação. Perguntas inspiradas dão maior foco, propósito e significado a nossas orações. Se vocês desejarem receber mais revelação pessoal por meio de suas orações, pensem nas perguntas que estão fazendo. A revelação costuma chegar em resposta a uma pergunta. O processo de revelação exige que examinemos as escrituras, as ponderemos e as apliquemos em nossa vida. Se assim o fizermos, o Espírito Santo nos ajudará a formular perguntas inspiradas.

Harmonizar Sua Vontade com a do Pai
O Salvador afirmou diversas vezes que devemos “sempre orar ao Pai em [nome do Senhor]” (3 Néfi 18:19). Quando oramos em nome de Jesus Cristo, isso significa que “nossa mente é a mente de Cristo e nossos desejos são os desejos de Cristo. (…) Em seguida, pedimos a Deus coisas que Lhe é possível conceder-nos. Muitas orações permanecem sem resposta porque não estão absolutamente em nome de Cristo; em nada representam Sua mente, mas brotam do egoísmo do coração do homem” (Dicionário Bíblico, em inglês, “Prayer” [Oração]). As orações que seguem esse padrão representam uma esperança vã, não a fé.

A oração não é um processo de negociação, mas de harmonização. Não tentamos fazer Deus adotar nosso ponto de vista. A oração tem menos a ver com mudar nossas circunstâncias e mais com mudar a nós mesmos. Trata-se de buscar Sua vontade e pedir Seu auxílio para fazer o que precisamos fazer. Quando harmonizamos nossa vontade com a vontade do Pai Celestial, as respostas e o poder espiritual fluem mais livremente. Seguir esse padrão nos permite orar com fé.

O Pai Celestial Ouviu Minhas Orações?
Há quase 20 anos, nasceu Benjamin, nosso quinto filho. Minha esposa percebeu que havia algo de errado nos olhos de Benjamin. Consultamos um amigo próximo de nossa ala que é especialista em doenças da retina e ele confirmou nossas preocupações e diagnosticou o problema de Benjamin como retinoblastoma, uma forma rara de câncer no olho. Ficamos arrasados com a notícia.

Algumas semanas depois, Benjamin passou pela primeira de várias intervenções cirúrgicas. Antes da operação, conversamos com o cirurgião e dissemos-lhe que acreditávamos que ele encontraria solução para o problema de Benjamin sem precisar remover o olho. Nossa família inteira e muitos membros da ala jejuaram e oraram por nosso filho e tínhamos muita fé na cura de Benjamin.

Uma hora depois, o cirurgião voltou e confirmou que o olho de Benjamin tinha sido destruído pelas células cancerígenas e que seu outro olho também tinha vários tumores graves que precisavam de tratamento imediato. Fiquei sem fala. Completamente subjugado pela dor e sem acreditar no que estava acontecendo, saí do hospital naquela manhã úmida de San Francisco e comecei a andar a esmo, chorando amargamente.

Eu fizera tudo o que tinham me ensinado. Tínhamos orado e recebido a inspiração para escolher aquele médico. Tínhamos jejuado e orado e estávamos confiantes de que nosso bebê seria curado pela fé e pelo poder do sacerdócio. No entanto, o Senhor não interviera. Nossa fé parecia não ter passado de uma esperança vã. Comecei a questionar todas as minhas crenças anteriores. Ao caminhar, senti-me traído e furioso. Estava arrasado.

Não me orgulho da conversa que tive com o Pai Celestial ao caminhar e chorar naquela manhã. Depois de algum tempo, consegui conter minhas emoções. Lembro-me das palavras de uma canção da Primária que me vieram à mente. “Meu Pai Celeste, estás mesmo aí? Ouves e atendes da criança a oração?” Claramente não me ouviste ou talvez não te importes muito comigo e com meu filho. (“Oração de uma Criança”, Músicas para Crianças, p. 6.)

Naquele momento, fui envolvido por uma terna misericórdia. Em minha mente e em meu coração, senti estas palavras: “Kevin, ele também é meu filho”. Esse sussurro foi de uma clareza inconfundível. Percebi naquele momento que eu não tinha entendido absolutamente o propósito da oração. Eu supusera que, só por ter uma causa justa, poderia usar o sacerdócio, o jejum e a oração para mudar a vontade de Deus.

Pela primeira vez na vida tive a plena consciência de não estar no comando. Eu sabia que precisava me submeter à vontade do Pai Celestial. Eu não poderia ter o que quisesse quando e como quisesse só por estar guardando os mandamentos. O propósito da oração não era ditar ao Pai Celestial o que fazer, mas sim descobrir o que Ele desejava que eu fizesse e aprendesse. Eu precisava harmonizar minha vontade com a Dele.

Íamos enfrentar mais seis anos de desafios sérios ao lutarmos com a doença de nosso filhinho para salvar seu outro olho e sua vida. Mas agora eu sabia que o Pai Celestial estava ciente da situação e à frente de tudo. E a despeito de como as coisas terminassem, Ele tinha ouvido minha oração e respondido a ela. Hoje nosso filho-milagre está servindo missão de tempo integral na Espanha.

Tenho provas absolutas em minha própria vida de que Deus é nosso Pai Celestial e de que de fato ouve nossas orações e responde a elas. Ao continuar a aprender e entender o princípio divino da oração pessoal conforme ensinado pelo Salvador, a oração se tornará uma fonte de grande força espiritual e revelação em sua vida.


(Texto extraído do site oficial da Igreja - Publicado no A Liahona do mês de Julho/13) 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Ser Resiliente

vixi... que que é isso? Resiliente? Oq significa?

Foram as primeiras perguntas que vieram na minha mente quando li a matéria PERFEITA da Liahona do mês de Março.
O 'Priberam' um dos melhores dicionários Online, dá a seguinte descrição:


resiliência 
(inglês resilience) 
s. f.
1. [Física]  Propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação.
2. [Figurado]  Capacidade de superar, de recuperar de adversidades.

Achei FANTÁSTICO quando li a descrição, e mais maravilhosa AINDA a mensagem que nos foi passada tão maravilhosa neste mês! Foi um dos meses que a Liahona só faltou vir escrito: edição especial para Jenniffer hahaha porque todas as mensagens eram quase que diretamente para mim *0*

Quer ler? 


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Rebecca Swain Williams.

Na Liahona desse mês saiu uma matéria especial sobre uma das pioneiras fieis e fortes que temos registro: Rebecca Williams.
Ela enfrentou o pai, que desertou-a por acreditar e seguir o santos, a proibiu de falar com o irmão por quem ela tinha grande amor e afeto, seu marido acabou por ser excomungado por um tempo. Uma mulher forte que serve de total exemplo para nós para tudo que possamos imaginar.
Rebecca tem relatos e experiencias que passou diretas com o profeta e de como salvou e o ajudou inumeras vezes no decorrer de sua vida.
Uma das partes que mais gostei da história foi esta:

"Em março de 1832, Rebecca prestou um auxilio inestimável ao Profeta quando uma turba invadiu a fazenda de John Johnson em Hiram, Ohio, e agrediu brutalmente Joseph e Sidney Rigdon. Depois de bater em Sidney até deixa-lo inconsciente e tentar despejar veneno na garganta de Joseph, a turba cobriu o Projeta de piche e penas. Quando Emma viu o marido, achou que o piche fosse sangue e desmaiou. Rebecca e Frederick (seu marido) passaram a noite raspando o piche do corpo ferido e ensanguentado de Joseph e cuidando dos filhos do casal. O auxilio deles foi providencial, pois permitiu a Joseph ter forças para pregar já na manhã seguinte."

(Liahona de Abril/2011 - Firme e Inamovivel - pag 28)

Uma mulher de importância vital e direta para suster o Profeta em uma ocasião de puro desespero.
Recomendo a todos que leiam esse artigo especial da Liahona e que essa história ajude a perceber que nossas provações são diferentes hoje, mas são igualmente suportáveis e podemos ser e fazer sempre o melhor, não importa a circunstância, pois "pode ter certeza de que sentimos firmeza na causa por sabermos que o Senhor esta à frente dela."

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Envolta em meus braços.

Achei extremamente interessante a matéria da Liahona do mes de fevereiro que fala sobre "Como ajudar os filhos a sentirem-se em segurança". Lendo e observando muitas coisas interessantes que mesmo os que não tem pais na igreja podem cobrar.
Tomarei a liberdade de postar o parágrafo que fala sobre nossa faixa etária de idade:

Dos Onze aos Dezoito Anos de Idade

As crianças e os jovens dos onze aos dezoito anos de idade podem preocupar-se com eventos ocorridos local, nacional ou internacionalmente. Os adolescentes mais velhos começam a perceber que em breve sairão de casa para enfrentar sozinhos o conturbado mundo lá fora. Pode ser que fiquem subjugados por emoções intensas e não consigam discorrer sobre elas.
Os pais podem ajudar os filhos adolescentes fazendo com eles atividades de seu agrado, como cozinhar, participar de jogos de salão ou praticar esportes. Os pais também podem falar de experiências difíceis que tiveram quando eram adolescentes. Ao verem os pais partilharem pensamentos e sentimentos, os filhos se sentirão mais à vontade para externar o que lhes vai à mente e ao coração. É assim que se desenvolve a intimidade emocional. Mesmo que os adolescentes não demonstrem abertamente interesse, escutarão.

Acredito que isso ajuda muito nossos leitores também que já são pais e que se preocupam com suas jovens. Lideres também podem tomar iniciativa para agir caso tenham notado um comportamento diferenciado com sua jovem. Procure sempre estabelecer uma relação de confiança para que nessas oportunidades, ela conte com vc para ajuda-la.

Mais uma das importantíssimas materias que vi ainda na seção de ajudar na segurança dos filhos foi em relação a empatia:
Ouvir com Empatia

Às vezes você se sentirá tentado a evitar conversas com um filho contrariado. Contudo, em muitos casos o filho não conseguirá lidar com suas emoções difíceis sem ajuda. Se você ouvir com empatia seus filhos falarem de suas dúvidas, eles se sentirão amados e reconfortados.
Um método bem-sucedido de ouvir com empatia envolve expressar com suas próprias palavras os sentimentos de seu filho para assegurar-se de tê-los compreendido. Talvez seja preciso ajudá-los a identificar o que estão sentindo. Você pode dizer: “Você parece triste e tenso quando faço perguntas sobre seu amigo cujos pais se divorciaram”. Espere a resposta e em seguida permita que seu filho continue a conversa. Os filhos tendem a se abrir quando sentem que estão no comando da conversa.

"Todos os adultos já foram um dia crianças, mas poucos de lembram disso". Essa é uma frase de que gosto muito no livro do Pequeno Principe. Acredito que ouvir com empatia significa lembrar de quando vc mesma passava por dificuldades assim e nao tratar com leviandade um assunto que é realmente sério ao seu filho, amigo, conjuge e afins. Tente sempre se colocar no lugar de quem está passando o problema e pense em como vc agiria se fosse com vc. É a melhor forma de ajudar com todo o amor que o Salvador demonstraria também.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O testemunho de uma Laurél.


"As orações nem sempre são respondidas da maneira que desejamos ou esperamos. Pensem no que estão pedindo e prestem atenção ao que sentem. Lembrem sempre que o Senhor ama vocês e vai atender a suas orações. Pode até ser que Ele já tenha respondido, basta reconhecer a resposta."
Mary M., 17 anos, Inglaterra

Linha sobre Linha.

Achei maravilhoso e incrivel a explicação e história por trás da 13° regra de fé que eles colocaram na Liahona desse mês.
Descreve perfeitamente, mostra referencias com as escrituras e citações de profetas, como Gordon B. Hinckley.

Para consultar a página grande e ler, vá na pág 54 de sua Liahona, ou se não tiver assinatura, vá no Menu, clique em Liahona e leia o artigo em PDF na pág 54.